As Aventuras de Geo – Capítulo 43: Estão preparados? Missão Rank S.
Fiquei muito cansada, pois tinha usado aleatoriamente o Sharingan, que tive que pegar lá no rio. O moço estava morto há muito tempo, mas pedi para Anja trazer ele de volta para ele me dizer onde era o caminho de sair. Mas ele achou que tinha boa intenção e pediu para pegar os seus olhos, mesmo que o moço de franja e o velho fio da peste já tinham pegado. Ele disse que tinha o poder de criar outros olhos.
Então o moço morto disse que a próxima vila estaria a 35 km de distância. Então pensei: “oxê, isso tudo!”. Então já tinha desistido: já tirei a faixa e as ferramentas que o outro moço tinha me emprestado… Oxê, já desisti dessa vida de ninja.
Então o homem morto: “Já vai desistir?”. A Geo disse: “Sim, moço. Oxê, que nunca se viu ter que correr tudo isso. Deus é mais.” Então o moço disse: “Me escute, vou lhe contar uma história…”. Tinha falado da vida dele, dos treinamentos, dos parentes e também do clã; dizia que era uma criança muito forte.
Já sem paciência: “Diga, moço, então o que devo fazer?”. Se você não quer correr tudo isso, tem uma alternativa: você pode fazer um pacto com algum animal, de preferência falcão ou águia…
O moço disse para fazer uns sinais com as mãos, mas não sabia fazer aquele troço doido, coisa de maluco. Então o moço morto disse: “Olhe com seus novos olhos e diga na mente: copiar…”. Então olhei e disse “copiar”. Do nada, maluco, minhas mãos começaram a fazer os sinais de maluco. Daí apareceu um falcão que carregava um pergaminho gigante.
O moço morto disse: “Abra.” Então abri, e ele disse: “Você precisa tirar um pouco de sangue do seu dedo. Faz rápido. Escreva nesse pergaminho o seu nome.”
Então segui as orientações do homem morto e, do nada, ele disse: “Faz aqueles sinais de mão, bata com as palmas no chão e diga em voz alta: invocação.” Então fiz e, do nada maluco, uma águia gigantona apareceu e disse se eu precisava dela: “Que massa!” Então disse: “Águia, minha fia, me leva daqui a 35 km.”
A águia era gigante, maluco. Subi e fiquei deitada em cima da ave. Fui tranquila, só dormindo e descansando. Aí peguei a faixa e a roupa de ninja: virei ninja novamente.
Quando cheguei no outro lugar, comecei a testar os olhos vermelhos com todo mundo que passava na vila: ativava um genjutsu e deixava o doidinho se batendo no chão. Era engraçado… Mas usar toda hora me deixava irritada e eu precisava descansar todas as vezes.
Andava na vila dos outros ativando nas pessoas que passavam perto de mim: “Sharingan, Sharingan, Sharingan, Sharingan, Sharingan……” O pessoal que estava comandando na missão disse que era errado fazer isso, pois gasta muita energia.
Me liguei: “Oxê, me obedeça, fio da peste do olho branco…”
Na luta final do campeonato, aquele moleque azedo só complicava a minha vida: jogava água, terra, fogo, raio, vento… Pare, fio da peste! Oxê, moleque véi.
Quando estava perto de acabar, pensava que iria para o submundo. Algo aconteceu: minha cabeça ficou estranha, e algo surpreendente aconteceu. Tudo que estava rápido na minha frente ficou lento; parece que tinha descoberto algo, mas não sabia o que fazer.
Na situação difícil, uma voz disse: “Kotoamatsukami.” E, quando abri os meus olhos, tudo já tinha acabado. Parece que refiz toda a história. O moço do chapéu branco e vermelho disse que eu seria promovida a Jounin, Geo.
Na verdade, não sei o que aconteceu direito, mas foi intenso. Ficou muito estranho: uma luz apareceu, parece que eu tinha saído daquele lugar e cheguei a um lugar bem diferente. Um homem com roupa laranja, cabelo preto: “Está bem, mocinha?” Então perguntei: “Quem é, moço, moço do cabelo espetado?” Ele disse: “Oi, eu sou…” Não ouvi o resto. Parece que uma aventura intensa me espera, então dormi.